sexta-feira, 23 de agosto de 2013

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

REFLEXÃO SOBRE O TERMO TOTALITARISMO.



A mídia ocidental e serviçal ao imperialismo ianque adora dizer que o regime político vigente na antiga União Soviética era igual ao antigo regime nazista na antiga Alemanha. Bradam que os regime cubano, coreano do norte e assemelhados são totalitários. Mas o que eles dizem que é o totalitarismo pode ser aplicado às própria democracias representativas que defendem como"livres".

Vamos refletir?

Alguém é livre, sem dinheiro, num país dominado pela lógica do capital?

Alguém tem liberdade de opinião onde os meios de comunicação estão majoritariamente nas mãos de monopólios privados que decidem o que será conhecido ou não pela população?

Alguém tem liberdade de ir e vir de um país a outro sem passaporte, vistos e outras imposições burocráticas?

Pois é...



O artigo abaixo joga uma luz pequena, mas bastante crítica sobre o que é o totalitarismo.

"(...) pode-se iniciar a argumentação de Losurdo pelo fim: o contexto histórico-político da Guerra Fria é determinante na definição do termo. É digno de nota que a relação crítica se inverte: se os teóricos do totalitarismo imaginavam-se em oposição e fazendo uma crítica aos regimes políticos totalitários, a categoria que eles erigiram para tanto volta-se contra eles próprios e, no contexto do mundo dividido em dois campos ideológicos antagônicos, torna-se arma ideológica de combate contra o comunismo."

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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

http://youtu.be/AYiSqyiVaA4

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK Eu posso rir de qualquer piada!

Abaixo a ditadura cristã!

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

BRASIL EM PERIGO!




As manifestações que se iniciaram em Junho de 2013 continuam a acontecer, mesmo que muitas vezes de forma violenta. A cidadania brasileira tem que ter um objetivo claro e definido: o exercício pleno da democracia, de defesa do Estado de Direito Democrático e - nunca - o protesto pelo protesto, a falta de ação, de propostas e de ideias claras pois isto é infantilidade, idiotia manipulável por quem não quer nenhuma mudança - ou quer a volta de um passado intolerante, controlador, mentiroso e genocida.

Quando estas manifestações descambam para o "apartidarismo", pela exclusão de quem é diferente nelas, se tornam liberticidas e autoritárias: como se as lutas que tem objetivos gerais como contra a corrupção, a violência policial e por melhorias nos transportes, saúde, educação fossem exclusivas dos "sem partido", dos eleitos pelo "apoliticismo". 

Objetivos específicos e mensuráveis unem e não dividem! Objetivos claros permitem o diálogo entre diferentes e não, o terror da guerra, da violência e da intolerância.

O horror ditatorial embutido nestes tipos de comportamentos elitistas é típico de uma pequeno-burguesia reacionária, antidemocrática e excludente. Essa gente relutou em aceitar a plenitude democrática e reluta em aceitar um Brasil mais justo, inclusivo e que luta contra seu Estado imperfeito e ainda insensível em muitas das misérias de seu povo.

A capacidade de organização dos setores populares, democráticos e libertários tornam-se mais do que necessária para impedir a volta da hegemonia conservadora e imbecil que mantinha o país prisioneiro de uma ditadura militar anacrônica e sanguinária.

Soma-se ainda a este fato, o crescimento de setores evangélicos, radicais cristãos intolerantes e agressivos contra a liberdade individual. 

O Brasil corre perigo!





Há gente, em nosso país (e mesmo no mundo) que quer impor um livros religiosos como lei! Um absurdo medieval!

Temos que estar alertas contra o fascismo! Neste tipo de governo, quem não faz parte da "turma" é perseguido e humilhado - quando não preso e assassinado! A democracia e as leis desaparecem sob a vontade iluminada de alguns indivíduos, grupos e elites obsessivas pelo exercício do poder discricionário e violento.

Se pode querer atingir uma meta sem objetividade? Se pode ter religião misturada com política?

Temos eleições em 2014, sem ter ocorrido, ainda, a reforma política necessária e postergada pela ação insidiosa dos que odeiam as práticas democráticas. Uma reforma política que acabe com os privilégios dos políticos (salários altos, a política como profissão, aposentadoria em 8 anos, carros pagos pelo Erário Público, etc) e estabeleça regras públicas, igualitárias e legítimas no processo eleitoral e nos exercícios dos mandatos populares. 

Como ficamos? Constituinte exclusiva, em processo livre e universal, sem direitos especiais aos eleitos, de forma individual ou partidária...ou reforma feita por este Congresso Nacional que cavou a própria ilegitimidade para compor uma Constituinte ou propor um referendum?

É preciso, ainda, somar esforços para que qualquer atividade religiosa seja impedida de participação em processo político-eleitoral, seja incluída no pagamento de impostos, deva ser sujeitada ao cerceamento de sua exibição nos meios de comunicação de massas como uma verdade absoluta (nos rádio, TV, jornais, revistas, internet nada de imposição religiosa) e pela existência de legislação que liberte do preconceito e da intolerância os setores subjugados ao terror fanático religioso!

Ação, união e força contra um Brasil intolerante e excludente!

Viva a democracia e vivam as liberdades democráticas!



Leia e não se assuste: